Um grupo composto por representantes da Prefeitura, Coden (Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa) e sociedade civil visitaram esta semana as instalações do Cmei (Centro Municipal de Ensino Infantil) ‘Aparecida Rodrigues Prata’, unidade-modelo de sustentabilidade ambiental no município, por adotar uma série de ações práticas que resultam em economia de recursos naturais e financeiros.A diretora de Meio Ambiente, Fernanda Dagrela, trocou experiências sobre a importâncias das instalações do prédio público ao secretário de Obras, Projetos e Planejamento Urbano, Tiago Lobo, e ao diretor de Obras, Erik Ortolano, ambos engenheiros civis por formação, além de funcionários e técnicos em edificação da Coden. “Daqui pra frente, todas as obras públicas terão itens de sustentabilidade nas suas edificações”, destaca Dagrela.

O Cmei conta com sistema de ventilação cruzada, claraboia destinada a permitir a entrada de luz e ventilação, vaso sanitário com temporizador, captação de águas pluviais para reutilização, temporizador de energia, uso de energia solar, rampas e vagas de acessibilidade para pessoas com deficiência, estacionamento com pisos intertravados que facilitam escoamento e absorção da água no solo, bancos reciclados e áreas permeáveis para infiltração da água da chuva.

“Na própria construção tem itens que contribuem para a sustentabilidade”, reforça a diretora. “Com as visitas das crianças abrangemos a educação formal. E das demais pessoas, a não formal”, cita Dagrela. Segundo ela, a calçada ecológica, a captação de água de chuva e a iluminação natural são itens essenciais “para as obras públicas e para projetos da sociedade em geral”. “Vamos incentivar, cada vez mais, a ação dessas medidas”, reforça.

Os munícipes que conheceram os sistemas poderão instalar na iniciativa privada. “As pessoas foram conhecer também pra implantar em seus projetos particulares”, completa Dagrela. O secretário de Obras, Tiago Lobo, aprova a iniciativa. “O Município tem de ser o primeiro a dar o exemplo. E atendendo a sustentabilidade ambiental, poderá exigir que os particulares o façam”, conclui.