A Coordenadoria de Saúde realizou a abertura da “Sala de Situação”, projeto que amplia o controle do município sobre o Aedes aegypti.

Profissionais organizam mutirão, visitas estratégicas em bairros, panfletagem e trabalhos de conscientização em escolas

“O mosquito é vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika vírus. Nosso município é exemplo em prevenção e combate, mas não podemos nos descuidar. Por isso, vamos ampliar as ações de controle”, informou o vice-prefeito e coordenador de Saúde, Messias Humberto de Oliveira.

Participaram do encontro as profissionais de Saúde Silmara Boscaíno, Eliane Raetano, Jeise Custódio, Olívia Baialuna e Geseli Silva, a psicóloga Sabrina Rosada, o coordenador da Guarda, Célio Rodrigues, a coordenadora de Educação, Escolástica Denardi, o coordenador da Defesa Civil, José Eduardo, o diretor de Meio Ambiente, Álvaro Coelho, e o diretor de Vigilância Epidemiológica, André Cândido de Souza.

DESAFIO COLETIVO

Cândido de Souza frisa que o controle sobre o mosquito é um desafio coletivo. “Cada um dos setores, bem como a população, tem sua responsabilidade em trabalhar a prevenção. A situação é estável, mas qualquer descuido altera esse quadro”, disse.

Entre as atividades previstas para o ano, estão mutirão de limpeza, visitas estratégicas em bairros, panfletagem e trabalhos de conscientização em escolas.

Em Iracemápolis, de janeiro a março, foram registrados dois casos importados de dengue. Não há casos na cidade das demais doenças transmitidas pelo mosquito, mas a região está em alerta por causa dos registros de febre amarela no país.