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Esperamos que a reforma da Previdência não seja desidratada, diz Bolsonaro

Afirmação foi feita pelo presidente em uma transmissão ao vivo pelo Facebook

São Paulo — O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7), em transmissão ao vivo via Facebook que o Congresso vai ser soberano na reforma da Previdência, mas que ele espera que a medida não seja muito “desidratada” pelos parlamentares. “Pretendemos, sim, aprovar esta reforma que está lá (no Congresso). Só esperamos que ela não seja muito desidratada”, disse o presidente.

Bolsonaro: reforma da Previdência é necessária para que o Brasil “não se transforme numa Grécia” (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Bolsonaro voltou a dizer que a reforma da Previdência é necessária para que o Brasil “não se transforme numa Grécia”. Na transmissão ao vivo, Bolsonaro teve a companhia do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e do porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

O presidente Jair Bolsonaro usou sua conta no Twitter para defender a reforma da Previdência ao afirmar que ela permitirá estabilizar as contas públicas e viabilizará uma “rígida” reforma tributária.

“Os avanços que o Brasil precisa dependem da aprovação da Nova Previdência. É a partir dela que o país terá condições de estabilizar as contas, potencializar investimentos, viabilizar uma rígida reforma tributária e enxugar ainda mais a máquina pública, reduzindo nossas estatais”, escreveu Bolsonaro em uma das duas postagens sobre a reforma nesta tarde.

“Foi pensando na importância disso que nosso time econômico elaborou um modelo de previdência que segue os padrões mundiais, que combate privilégios como aposentadoria especial para políticos, que cobra menos dos mais pobres, e que incluirá todos, inclusive militares. Seguimos!”

A publicação de Bolsonaro no Twitter acontece depois de o presidente provocar polêmica nas redes sociais durante o Carnaval ao divulgar um vídeo controverso — em que um homem urinava sobre outro no que aparentava ser um bloco de rua — para criticar os festejos.

O episódio gerou diversas críticas, entre elas de que o presidente não estaria focado na reforma da Previdência, considerada a principal prioridade para equilibrar as contas públicas e permitir a recuperação da economia.

Fonte
Exame.

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