Como ex-jogador de futebol se tornou o 1º CEO sul-americano da Volkswagen

O presidente da Volkswagen para a América Latina, Pablo Di Si. Argentino, foi jogador das categorias de base do Huracán e, por meio do esporte, conseguiu uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, onde estudou Administração e Finanças e conseguiu trabalhar na Abbott, Varig, Monsanto e Fiat. Mesmo longe dos gramados há muitos anos, Di Si afirmou que recorre diariamente à analogias com o futebol para ilustrar situações da empresa. “Há muitos ensinamentos no futebol. Sempre uso analogias de futebol e o esporte coletivo tem muito paralelismo com empresas. Todo esporte com time tem o objetivo de ganhar e quando se leva isso para empresas é preciso integrar o time com propósito e visão conjunta”, disse.

“Nos meus anos de jogador tive bons técnicos e um deles sempre reunia o time todo após o jogo e nos perguntava quem havia jogado melhor em função do time. É preciso sempre reforçar essa visão do time para que as pessoas não pensem só no individual e isso é uma mudança cultural”, aconselhou. Ainda segundo Di Si, a crise provocada pela pandemia da Covid-19 criou novos desafios para a Volkswagen, mas a empresa continuará “lançando produtos seguros e superconectados”. “A indústria, no acumulado, ficou em 36% a menos, e a Volkswagen está 28% menos em relação ao ano passado. Acredito que vai demorar um pouco para voltarmos ao patamar de 2019, mas estamos em um ótimo momento e temos crescido em participação de mercado. Agora, estamos em um mercado muito difícil e o trabalho do time está sendo ótimo. Você vê um time na hora da crise”, avaliou.

Tecnologia e alta de compras de carros no pós-pandemia

Segundo Di Si, já há alta na compra de carros no Brasil devido ao medo dos brasileiros de usar o transporte público lotado em época de pandemia. “Já é uma realidade na China, nos Estados Unidos, na Europa e também no Brasil. Pessoas que não compravam carros há 15 anos estão comprando ou usando mais aplicativos de carros. Isso vai mudar o modelo de negócios e nossas concessionárias também passarão a vender carros por subscrição e essa pessoa poderá entender toda a gama de carros da Volkswagen. A pandemia acelerou essa tendência e estamos habilitando três concessionárias para isso”, disse.

Recentemente, a Volkswagen realizou um lançamento de automóvel de forma online e, segundo ele, “2.500 carros foram vendidos em 48 horas sem que o carro estivesse presente na loja”. Segundo ele, para inovações como essa darem resultado é “preciso coragem, espirito de time e ter muito conteúdo”. A multinacional alemã também implementou uma espécie de “venda de carros remota” onde o vendedor vai até o cliente “com tablet e óculos de realidade aumentada para que ele possa fazer tudo digitalmente”. “O cliente poderá financiar o carro através do mesmo sistema [que ele verá o carro]. Esse processo todo poderá durar 5 minutos ou 3 horas e quem vai escolher é o consumidor que sempre estará no centro da cena escolhendo quando e como quer interagir com a marca”. Segundo Di Si, o tamanho das concessionárias deve encolher nos próximos anos. Depois de revisitar pontos importantes de sua carreira e abordar as principais inovações da Volks, Di Si deixou seu conselho de CEO que, segundo o executivo, pode ser dividido em três partes: “ter coragem, seguir os seus valores e ter senso de comunidade”.


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