Inscrições de projeto para agilizar atendimento em hospitais terminam nesta terça-feira (8/6)

Programa Lean nas Emergências tem o objetivo de qualificar os serviços de urgência e emergência no Brasil e reduzir tempo de espera dos pacientes

O prazo de inscrição para hospitais participarem do projeto Lean nas Emergências termina nesta terça-feira (8/6). O objetivo do programa, desenvolvido pelo Ministério da Saúde e implementado pelo Hospital Sírio-Libanês, é agilizar o atendimento dos pacientes, reduzir o tempo de espera e qualificar os serviços de emergência em todo o país por meio de uma metodologia própria que inclui treinamento e qualificação dos profissionais que atuam nesses estabelecimentos. Mais de 100 hospitais já participaram do projeto com resultados positivos em todo o Brasil.

Entre várias frentes de atuação, o programa também reforça o apoio aos hospitais na gestão de crise provocada pela pandemia da Covid-19.

O projeto começou em agosto de 2017 em seis instituições públicas de saúde. Até o ano passado, 102 hospitais participaram do programa. Os resultados foram positivos: houve 27% de redução no tempo médio de passagem dos pacientes pelos prontos-socorros. Também foi registrada redução de 21% no tempo de espera contabilizado entre o momento em que o paciente dá entrada no serviço de urgência até o primeiro atendimento médico.

SERVIÇO

A instituição de saúde interessada em participar do Lean nas Emergências, deve atender alguns pré-requisitos de elegibilidade, como ser de natureza pública e/ou filantrópica, ter uma quantidade mínima de leitos, estar integrada à Rede de Urgência e Emergência do SUS e manter as áreas de prontos-socorros e ambulatórios de acordo com a capacidade de atendimento.

As aprovações para participação no projeto são feitas em consenso entre Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

A inscrição é simples e pode ser feita aqui.

Conheça aqui as instituições que participaram do programa.

Fonte: Ministério da Saúde.

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