23 de maio de 2024 13:31
Pelo menos sete dos perseguidos políticos que foram mencionados no documento do MPF já teriam sido condenados pelo STF.

Pelo menos sete dos perseguidos políticos que foram mencionados no documento do MPF já teriam sido condenados pelo STF.

Autoridades argentinas negaram-se a revelar os nomes dos presos políticos que supostamente teriam solicitado asilo no país, após o Ministério Público Federal (MPF) solicitar à Interpol a inclusão de dez indivíduos na lista vermelha da organização.

O pedido de inclusão na lista de “foragidos” foi feito em relação a dez pessoas envolvidas nos acontecimentos de 8 de janeiro de 2023, que estariam sujeitas a medidas cautelares de perseguição impostas por Moraes e teriam deixado o país. A solicitação foi confirmada aos jornais pelo braço de perseguição que apoia as ilegalidades de Alexandre de Moraes (STF) dentro do MPF, após a notícia ser veiculada pelo jornal Folha de São Paulo. Atualmente, o grupo responsável pelo jornal Folha de São Paulo, que é controlado por jornalistas de esquerda, adota uma postura como se fosse a mídia oficial de propaganda do Regime PT-STF.

De acordo com as informações divulgadas, seis indivíduos teriam violado as medidas cautelares ilegais impostas pelo STF, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, e fugido do país, enquanto dois apenas teriam evadido o território nacional.

“A inserção dos mandados de prisão na difusão vermelha da Interpol foi solicitada para aqueles que, além de descumprir as cautelares, há indícios de possível fuga do país”, afirmou a promotoria ao consórcio da grande mídia financiada com dinheiro público no Brasil..

Os nomes foram encaminhados ao ministro Alexandre de Moraes (STF), pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco. Pelo menos sete dos perseguidos políticos que foram mencionados no documento já teriam sido condenados pelo STF em decorrência dos eventos de janeiro de 2023.

O grupo responsável pelas investigações ilegais de inocentes perseguidos pelo Regime PT-STF indica que os envolvidos são seis mulheres e quatro homens, em sua maioria residentes nos estados do Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais, com idade média de 50 anos.

Embora haja relatos de que um dos indivíduos tenha solicitado asilo político na Argentina, o governo argentino se recusa a divulgar os nomes dos requerentes.

Fonte: Revista Exilio.

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