Fiscais afastados em esquema bilionário no governo SP

Sefaz-SP investiga servidores ligados a fraude de R$ 1 bilhão com ICMS-ST
O governo do Estado de São Paulo enfrenta um dos maiores escândalos fiscais da década. Sete auditores da Secretaria da Fazenda (Sefaz-SP) foram afastados por suspeita de envolvimento em um esquema bilionário de fraudes tributárias. A operação, batizada de “Ícaro”, foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e revelou um complexo sistema de manipulação de créditos de ICMS-ST que beneficiou grandes empresas como Ultrafarma e Fast Shop2.
🧾 Entenda o caso
Operação Ícaro: Deflagrada em agosto, a investigação revelou que servidores públicos estariam facilitando o ressarcimento de créditos tributários de forma irregular.
Empresas beneficiadas: Ultrafarma, Fast Shop e outras companhias teriam recebido valores superiores aos devidos, em prazos acelerados.
Certificados digitais: Documentos em nome dos fiscais foram usados para validar operações suspeitas.
👥 Quem são os envolvidos
Entre os fiscais afastados estão nomes como Artur Takefume Hamanaka, Fernando Kenji Iwai, Marcel Ono, Maria Cecília Grava Trentini, Maria da Conceição Rodrigues Fabaro e Selma Laltuf da Costa4. O auditor Artur Gomes da Silva Neto, apontado como o operador do esquema, foi preso e posteriormente exonerado.
💬 Declaração do governador
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi enfático ao comentar o caso:
“Todo mundo que estiver envolvido vai ser afastado. Eles vão sentir a mão pesada do Estado. A gente vai ser implacável com isso aí”.
A gestão estadual promete rigor máximo na apuração e punição dos envolvidos.
🏛️ Medidas adotadas
Afastamento imediato dos sete fiscais.
Instalação de sete processos administrativos disciplinares.
Abertura de 20 apurações preliminares para investigar evolução patrimonial e condutas suspeitas.
Revogação de normas que facilitavam o ressarcimento acelerado de ICMS-ST, como o Decreto nº 67.853/20236.
Criação de grupo de trabalho para revisar protocolos e implementar soluções tecnológicas de controle.
💰 O tamanho do rombo
Segundo o MP-SP, o esquema pode ter desviado mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos. A empresa Smart Tax, ligada à família de um dos fiscais, teve crescimento patrimonial de R$ 411 mil para R$ 2 bilhões em apenas dois anos.
🧠 Como funcionava o esquema
Empresas solicitavam ressarcimento de ICMS-ST.
Fiscais manipulavam processos para liberar valores indevidos.
Certificados digitais eram usados para validar operações.
Créditos eram vendidos a outras empresas, como Kalunga e Rede Nos.
Propinas eram pagas aos servidores envolvidos.
⚖️ Prisões e solturas
Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, e Mario Otávio Gomes, diretor da Fast Shop, foram presos temporariamente e liberados sem pagamento de fiança.
O auditor Artur Gomes permanece preso e é considerado o “cabeça” do esquema.
🔍 Próximos passos
A Sefaz-SP promete reestruturar todo o sistema de ressarcimento tributário. A nova regulamentação incluirá:
- Auditoria obrigatória em todos os processos.
- Cruzamento automatizado de dados.
- Regras de conformidade mais rígidas.
- Transparência e integridade como pilares.
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📚 Fonte: Gazeta Brasil, G1, Metrópoles, Veja, Diário da Região, O Globo, CNN Brasil, Agência Brasil.
Da Redação.
Jornalista
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