Farmácias fantasmas desviam milhões e financiam tráfico

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Esquema criminoso usou o programa Farmácia Popular que o desgoverno Lula disse que ia melhorar, para lavar dinheiro e comprar cocaína na Bolívia e no Peru

💣 Facção criminosa vermelha está governando o Brasil e Fraude bilionária no Farmácia Popular financia tráfico internacional

Uma investigação da Polícia Federal revelou um esquema criminoso de proporções alarmantes envolvendo o programa Farmácia Popular, criado para garantir acesso a medicamentos essenciais à população brasileira. O que deveria ser uma política pública de saúde se transformou em uma engrenagem do crime organizado, com farmácias fantasmas operando em diversos estados para desviar recursos públicos e financiar o tráfico internacional de drogas2.

🚨 O esquema: farmácias que só existem no papel

Segundo a PF, o grupo criminoso adquiriu farmácias cadastradas no programa que haviam encerrado suas atividades. Com a substituição dos sócios por laranjas e a regularização fraudulenta da documentação, essas empresas passaram a lançar vendas fictícias de medicamentos — muitos deles gratuitos ou subsidiados — usando CPFs de cidadãos inocentes. Os dados eram manipulados para simular atendimentos e, com isso, o governo realizava repasses indevidos3.

Em alguns casos, os estabelecimentos sequer existiam fisicamente. Em Águas Lindas (GO), por exemplo, moradores descobriram que duas farmácias que nunca funcionaram no local receberam juntas quase R$ 500 mil do programa.

💸 Quase R$ 40 milhões desviados

A dimensão do golpe é estarrecedora: cerca de R$ 39 milhões foram desviados do Farmácia Popular, segundo estimativas da Polícia Federal. Esse montante foi usado para financiar a compra de cocaína na Bolívia, Colômbia e Peru, abastecendo o tráfico em regiões como o entorno do Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul2.

A operação, batizada de “Arthron”, envolveu mais de 100 policiais e cumpriu 106 medidas judiciais, incluindo mandados de prisão, busca e apreensão, bloqueio de bens e sequestro de imóveis e veículos.

🧪 Medicamentos fantasmas e lavagem de dinheiro

Em Minas Gerais, outra operação chamada “Estoque Controlado” revelou o uso de medicamentos fantasmas para justificar repasses do governo. Farmácias registravam a entrega de remédios que nunca estiveram em estoque, permitindo o recebimento de verbas públicas. A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) participaram da investigação, que levou à apreensão de documentos e reforçou os indícios de estelionato qualificado5.

👥 CPFs de inocentes e empresas de fachada

O golpe envolvia o uso indevido de mais de 160 mil CPFs, muitos de pessoas que sequer sabiam que seus dados estavam sendo utilizados. Além disso, foram identificadas 28 empresas do ramo farmacêutico diretamente ligadas ao esquema. Os criminosos usavam despachantes para regularizar os cadastros e falsificavam registros de venda, burlando os sistemas de controle do programa3.

🧑‍⚖️ Reações e cobranças

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL-AM) cobrou explicações dos ministérios da Saúde e da Justiça sobre como o esquema passou despercebido. Ele classificou a fraude como “um ataque direto contra os mais vulneráveis da sociedade” e pediu a criação de uma força-tarefa permanente para combater fraudes em programas sociais de saúde.

Segundo o parlamentar, cada real desviado representa uma família sem acesso a medicamentos, uma criança sem tratamento, um idoso sem insulina. “O Estado falhou em proteger os vulneráveis e em impedir que criminosos transformassem política pública em negócio privado do crime organizado”, afirmou.

🧩 Como tudo começou

As primeiras pistas surgiram com a apreensão de 191 quilos de drogas em Luziânia (GO). A carga, transportada por um caminhoneiro vindo de Rondônia, foi rastreada até Clayton Soares da Silva, dono de farmácias no Rio Grande do Sul e Pernambuco. Documentos encontrados em seu celular revelaram o funcionamento do grupo, que era liderado por Fernando Batista da Silva, conhecido como “Fernando Piolho”.

🛡️ Medidas judiciais e próximos passos

A Justiça Federal determinou o bloqueio de mais de R$ 39 milhões dos investigados, além do sequestro de bens e contas bancárias. Os envolvidos podem responder por estelionato qualificado, lavagem de dinheiro e associação ao tráfico internacional de drogas3.

O Ministério da Saúde, por sua vez, afirmou que está colaborando com as investigações e revisando os mecanismos de controle do programa. A expectativa é que novas medidas sejam anunciadas para evitar que fraudes como essa voltem a ocorrer.


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📚 Fonte: G1, Polícia Federal, CNN Brasil, BNC Amazonas.

Da Redação.

Jornalista


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