21 de maio de 2024 07:40
O Circuito Sesc de Artes 2023 acontecerá neste domingo (29) em Santa Bárbara d’Oeste. Das 16 às 20 horas, o evento será em frente ao Centro de Memórias “Historiador Antonio Carlos Angolini”.

O Circuito Sesc de Artes 2023 acontecerá neste domingo (29) em Santa Bárbara d’Oeste. Das 16 às 20 horas, o evento será em frente ao Centro de Memórias “Historiador Antonio Carlos Angolini”. Em caso de chuva, o evento será transferido para o CEU das Artes, localizado na Rua Argeu Egídio dos Santos, 100, no Planalto do Sol II.

A agenda gratuita traz a atividade Grafismos indígenas, do Centro de Convivência Indígena (SP). Formado por estudantes indígenas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em Sorocaba, o Centro de Convivência Indígena (CCI) promove uma vivência sobre a representatividade e os significados dos grafismos utilizados pelos povos Tukano, Kambeba, Sataré Mawé e Wauja. Símbolos que invocam proteção ou resistência, por exemplo, utilizados em cerimônias ou manifestações, são aplicados sobre a pele do rosto ou dos braços com tinta natural de urucum.

Dentro da linguagem de cinema, acontece o Cine Película, do Cine 16 (SP). Da descoberta da câmara escura às máquinas de projetar filmes, a vivência conduz os participantes pela história dos aparelhos que levaram ao surgimento do cinema. Na atividade, o público é convidado a manipular brinquedos ópticos como o taumatrópio, o flipbook e o zootrópio, invenções do século XIX que permitiam obter efeitos de imagens em movimento. A última parada apresenta as câmeras e películas cinematográficas, além de um projetor elétrico em funcionamento.

A programação circense traz duas atividades. O espetáculo Móbile, da Cia Circo Delírio (SP), que comemora os 20 anos da Cia Circo Delírio. Em cena, transformações constantes levam a circunstâncias que mesclam as linguagens do circo contemporâneo, a comicidade e o teatro físico. Inspiradas pelo tema da mobilidade humana, as situações têm o cinema mudo como referência estética e mostram que, em um mundo balizado por fronteiras, romper barreiras, ampliar horizontes e conquistar espaços é um grande desafio. Já a oficina Parque do Circo, da Cia Circo Delírio (SP), é destinado a crianças, jovens e adultos. O Parque do Circo é um espaço itinerante recreativo que propõe brincadeiras baseadas em diferentes técnicas circenses. Com a ajuda dos monitores, os participantes percorrem um circuito com diversas atividades temáticas – como malabares, pontaria, equilíbrio e jogos coletivos – em dinâmicas que desafiam tanto o corpo quanto a mente.

Dentro da linguagem de dança, acontece o espetáculo Cordas do Coração, do Ballet Stagium (SP). Fundada por Décio Otero e Marika Gidali em 1971, uma das mais tradicionais companhias de dança de São Paulo apresenta um espetáculo que investiga e homenageia as raízes brasileiras sem se ater a rótulos ou modismos. A partir da metáfora do coração como um instrumento de cordas, a trilha sonora combina temas de Johann Sebastian Bach e música caipira, com canções como “Tristeza do Jeca”, de Angelino de Oliveira, e “Viola quebrada”, de Mário de Andrade.

Já em literatura, Leituras de Lá e de Cá, da Cia Oya ô (SP), apresenta os artistas e contadoras de histórias Denise Aires, Ana Moraes e Karen Santos, de Osasco. A proposta é promover uma mediação de leitura que busca aproximar crianças, jovens, adultos e idosos da diversidade presente nas culturas africanas, afro-brasileira e diaspórica. Dentre os cerca de 50 livros no acervo do grupo, todas as narrativas escolhidas – como “Amoras” (Emicida e Aldo Fabrini), “De onde veio Odé?” (Nini Kemba Náyò e Edson Edblacc) e “Ombela: a origem das chuvas” (Ondjaki) – têm protagonistas negros.

E por fim, dentro da programação de música, teremos DJ Meu Caro Vinho (Ivisson Cardoso, BA). Baiano de Salvador, o DJ, crítico musical e pesquisador Ivisson Cardoso adota o apelido de Meu Caro Vinho para discotecar. Sua seleção inclui clássicos da música preta mundial dos anos 1980 e 1990, boogies menos conhecidos da década de 1970 e canções dançantes que são marca registrada de seu estado. Além de atuar na capital paulista, onde mora, e em cidades como Araçatuba e Londrina, já mostrou seu som em rádios de Jundiaí e Franco da Rocha, no interior de São Paulo.

Promovido pelo Sesc São Paulo, em parceria com a Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste, o Circuito Sesc de Artes proporciona encontros e o contato com a arte e a cultura em sua diversidade.

Fonte: Governo de Sta. Bárbara d´Oeste.

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