23 de abril de 2024 05:27
País se tornou o primeiro no mundo a incluir, em sua constituição, o assassinato do nascituro, que já era permitido em legislação desde 1974. Que Deus tenha misericórdia do povo francês.

País se tornou o primeiro no mundo a incluir, em sua constituição, o assassinato do nascituro, que já era permitido em legislação desde 1974. Que Deus tenha misericórdia do povo francês.

O Parlamento da França aprovou, nesta segunda-feira (04/03), a emenda que insere o assassinato do nascituro na Constituição do país. Esta decisão vem após a aprovação do Senado da França na semana passada e da Assembleia Nacional em janeiro. A medida foi aprovada em sessão conjunta do Parlamento com 780 votos favoráveis e 72 contrários.

Com esta emenda, a França se torna o primeiro pais do mundo a incluir o assassinato de bebês no ventre materno em sua Carta Magna, chamando de “acesso ao aborto”. A proposta apresentada pelo presidente Macron visa alterar o artigo 34 da Constituição francesa para garantir “a liberdade das mulheres de recorrer ao aborto, que é garantido”.

A iniciativa de Macron ganhou destaque após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar, em 2022, a jurisprudência do caso Roe vs. Wade, de 1973, devolvendo aos estados americanos o poder de legislar sobre o aborto. Na França, o aborto é legal até 14ª semana após a concepção.

Antes da votação, a Pontifícia Academia para a Vida do Vaticano, emitiu um comunicado afirmando que “não pode ser um direito” acabar com uma vida humana, em resposta à votação na França para incluir o aborto na Constituição.

A Academia do Vaticano chamou todos os governos e religiões do mundo a priorizarem a proteção da vida em um momento onde “a proteção da vida se torne uma prioridade absoluta, com passos concretos em favor da paz e da justiça social, com medidas eficazes para o acesso universal aos recursos, à educação e à saúde”.

Segundo informado pela Pontifícia Academia para a Vida, a proteção da vida humana é destacada como o principal objetivo da humanidade, e a Igreja reitera que a defesa da vida não é uma ideologia, mas sim uma realidade humana que envolve todos os cristãos e humanos.

Fonte: Revista Exílio – Terça Livre.

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