16 de junho de 2024 03:16
Decreto do governo Lula transfere comando do ministério de Paulo Pimenta do Rio Grande do Sul para Brasília. Pimenta (PT) não consegue andar nas ruas de Porto Alegre sem ser alvo de protesto.

Decreto do governo Lula transfere comando do ministério de Paulo Pimenta do Rio Grande do Sul para Brasília. Pimenta (PT) não consegue andar nas ruas de Porto Alegre sem ser alvo de protesto.

Um decreto publicado na última sexta-feira (24/05) pelo governo Lula estabelece que o ministro Paulo Pimenta atuará de Brasília no recém-criado Ministério Extraordinário de Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul.

Nos bastidores de Brasília, membros do governo federal relataram que a presença de Paulo Pimenta no Rio Grande do Sul tornou-se delicada devido aos constantes protestos dos gaúchos contra a alegada inoperância do governo Lula no auxílio aos desabrigados, na coordenação com prefeituras e no apoio ao governo estadual.

Em quatro tentativas de visitar áreas afetadas, o ministro foi alvo de protestos em todas as ocasiões. Pimenta só consegue visitar locais controlados por organizações de esquerda, mas esses são limitados a dois em todo o estado: a cozinha solidária do MTST e uma pequena área ligada à CUT, com poucas doações. Para evitar mais exposições negativas, o Governo Federal decidiu que Pimenta atuará a partir de Brasília, em vez de diretamente no Rio Grande do Sul.

Conforme o decreto, o ministro, o coordenador-geral e o coordenador da pasta terão seus postos na capital federal. Os demais funcionários do ministério trabalharão diretamente em Porto Alegre.

Em quatro tentativas de visitar áreas afetadas, o ministro foi alvo de protestos em todas as ocasiões. Pimenta só consegue visitar locais controlados por organizações de esquerda, mas esses são limitados a dois em todo o estado: a cozinha solidária do MTST e uma pequena área ligada à CUT, com poucas doações. Para evitar mais exposições negativas, o Governo Federal decidiu que Pimenta atuará a partir de Brasília, em vez de diretamente no Rio Grande do Sul.

Conforme o decreto, o ministro, o coordenador-geral e o coordenador da pasta terão seus postos na capital federal. Os demais funcionários do ministério trabalharão diretamente em Porto Alegre.

Fonte: Revista Exilio.

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